A Bitcoin e a Solidariedade Social

 

Actualmente, os principais temas em torno da Bitcoin estão centrados na subida de cotação, na regulamentação da moeda e nas várias formas de utilização ilícita que vão desde o seu uso para financiar terrorismo até às compras na dark web, contudo, existe uma outra área bem mais positiva onde a Bitcoin tem vindo a desempenhar um papel cada vez mais relevante, a solidariedade social.

Dois dos maiores operadores nesta área, a United Way e a Greenpeace, incorporaram progressivamente a Bitcoin como forma de financiamento. A atracção pela Bitcoin por mais e mais organizações de caridade torna-se clara quando se consideram as vantagens da Bitcoin sobre os métodos tradicionais, como cartões de débito.

O primeiro a destacar-se é a transparência. Segundo Rhodri Davies da Charities Aid Foundation: "As instituições de solidariedade social enfrentam sempre problemas em termos de gestão da confiança. Com blockchain, o doador  será capaz de ver o percurso do dinheiro e controlar o destino da sua doação".

Outros problemas como o roubo de identidade são virtualmente eliminados, mantendo um nível de confiança elevado nestas instituições. Para aqueles que não querem revelar publicamente a suas doações, a utilização da Bitcoin é uma vantagem adicional, pois o doador não está identificado na transacção. Além disso, não há limites sobre os montantes das doações.

É possivel doar 0,50$ USD ou 1 milhão de dólares com a mesma facilidade. Se pretender doar USD 1 milhão através dos canais tradicionais, estas doações tornam-se imediatamente tanto públicas como demoradas.

 

Fonte | Tradução de jornalbitcoin.pt

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